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	<title>HNews &#187; Economia</title>
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		<title>TAM finaliza encomenda à Airbus</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 15:07:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 3]]></category>

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		<description><![CDATA[A encomenda feita pela aérea TAM, com mais de 25 aviões da Airbus, foi finalizada junto ao fabricante. Cerca de 20 aviões A320 e cinco jatos A350-900, com o preço tabelado. tal encomenda chega a US$ 2,8 bilhões. A companhia chega a 176 aeronaves com a nova encomenda, a TAM é a maior cliente da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.hnews.com.br/wp-content/uploads/2010/07/tam.jpg"><img src="http://www.hnews.com.br/wp-content/uploads/2010/07/tam-300x203.jpg" alt="" title="TAM finaliza encomenda à Airbus" width="300" height="203" class="alignleft size-medium wp-image-18194 colorbox-18193" /></a>A encomenda feita pela aérea TAM, com mais de 25 aviões da Airbus, foi finalizada junto ao fabricante.</p>
<p>Cerca de 20 aviões A320 e cinco jatos A350-900, com o preço tabelado. tal encomenda chega a US$ 2,8 bilhões.</p>
<p>A companhia chega a 176 aeronaves com a nova encomenda, a TAM é a maior cliente da fabricante no hemisfério Sul.</p>
<p>As duas empresas, assinaram o acordo, com a intenção de ampliar e renovar a frota da aérea brasileira. </p>
<p>A TAM informou que o compromisso firmado com a fabricante, é de &#8220;manter uma frota de aeronaves com idade média de seis anos&#8221;.</p>
<p>Segundo a TAM, a encomenda tinha como objetivo substituir as aeronaves da Família A320 em operação na malha da TAM, como parte de seu compromisso de &#8220;manter uma frota de aeronaves com idade média de seis anos&#8221;.</p>
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		<title>Lucro do Santerder cai 8%</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 12:42:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 4]]></category>

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		<description><![CDATA[No segundo trimestre deste ano, o lucro líquido do banco espanhol Santander caiu 8%, mesmo com o desempenho forte no Brasil e no Reino Unido, a fraqueza no mercado da Espanha contrabalançou o lucro. Neste segundo trimestre, o banco teve um lucro de 2,23 bilhões de euros (US$ 2,91 bilhões), em comparação com o mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18162" class="wp-caption alignleft" style="width: 232px"><a href="http://www.hnews.com.br/wp-content/uploads/2010/07/257426.jpg"><img class="size-medium wp-image-18162 colorbox-18160" title="Lucro do Santerder cai 8%" src="http://www.hnews.com.br/wp-content/uploads/2010/07/257426-222x300.jpg" alt="" width="222" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Presidente do Banco Santander acredita no mercado brasileiro, podendo superar o Espanhol. Foto: Arquivo</p></div>
<p>No segundo trimestre deste ano, o lucro líquido do banco espanhol Santander caiu 8%, mesmo com o desempenho forte no Brasil e no Reino Unido, a fraqueza no mercado da Espanha contrabalançou o lucro. Neste segundo trimestre, o banco teve um lucro de 2,23 bilhões de euros (US$ 2,91 bilhões), em comparação com o mesmo período do ano passado com a arrecadação de 2,42 bilhões de euros.</p>
<p>Os analista, já previam este resultado, ficando na linha das expectativas, o presidente do banco, afirmou acreditar no potencial do Brasil, podendo superar até o mercado Espanhol, que encontra-se em baixa.</p>
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		<title>PT e Telefónica de olho no mercado brasileiro</title>
		<link>http://www.hnews.com.br/2010/07/pt-e-telefonica-de-olho-no-mercado-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 19:31:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 5]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quarta-feira, o grupo espanhol de telecomunicações Telefónica chegou a um acordo com a Portugal Telecom (PT) para compra de sua participação na operadora brasileira Vivo pela bagatela de 7,5 bilhões de euros. A PT em contra partida, anunciou simultaneamente, que adquiriu uma participação de 22,38% da também operadora de celular brasileira, Oi, por 3,7 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18141" class="wp-caption alignleft" style="width: 270px"><a href="http://www.hnews.com.br/wp-content/uploads/2010/07/olho-brasileiro.jpg"><img class="size-full wp-image-18141 colorbox-18140" title="PT e Telefónica de olho no mercado brasileiro " src="http://www.hnews.com.br/wp-content/uploads/2010/07/olho-brasileiro.jpg" alt="" width="260" height="286" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Arquivo</p></div>
<p>Nesta quarta-feira, o grupo espanhol de telecomunicações Telefónica chegou a um acordo com a Portugal Telecom (PT) para compra de sua participação na operadora brasileira Vivo pela bagatela de 7,5 bilhões de euros.</p>
<p>A PT em contra partida, anunciou simultaneamente, que adquiriu uma participação de 22,38% da também operadora de celular brasileira, Oi, por 3,7 bilhões de euros.</p>
<p>A Telefónica, comunicou que, o acordo entre o grupo espanhol e a PT envolve a aquisição de &#8220;50% das ações da Brasilcel&#8221;, a holding que controla 60% da Vivo.</p>
<p>Antes da negociação entre os dois grupos europeus, a Telefónica possuía 50% da Brasilcel e a Portugal Telecom, outros 50%.</p>
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		<title>Boeing tem lucro 21% menor no 2º trimestre</title>
		<link>http://www.hnews.com.br/2010/07/boeing-tem-lucro-21-menor-no-2%c2%ba-trimestre/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 17:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>

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		<description><![CDATA[No segundo trimestre deste ano, o lucro da fabricante norte-americana Boeing recuou 21%, em relação ao mesmo período do ano passado. A companhia faturou US$ 787 (US$ 1,06 por ação) milhões contra US$ 998 milhões do ano passado, mesmo com a queda, analistas esperava bem menos lucro de US$ 1,01 por ação. A Boeing entregou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18127" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.hnews.com.br/wp-content/uploads/2010/07/boeing787_artigo5.jpg"><img class="size-medium wp-image-18127 colorbox-18125" title="Boeing tem lucro 21% menor no 2º trimestre" src="http://www.hnews.com.br/wp-content/uploads/2010/07/boeing787_artigo5-300x178.jpg" alt="" width="300" height="178" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</p></div>
<p>No segundo trimestre deste ano, o lucro da fabricante norte-americana Boeing recuou 21%, em relação ao mesmo período do ano passado. A companhia faturou US$ 787 (US$ 1,06 por ação) milhões contra US$ 998 milhões do ano passado, mesmo com a queda, analistas esperava bem menos lucro de US$ 1,01 por ação.</p>
<p>A Boeing entregou 114 jatos comerciais durante o segundo trimestre deste ano, 11 a menos que em igual período de 2009.</p>
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		<title>Última safra custou R$ 95,6 bilhões aos cofres públicos</title>
		<link>http://www.hnews.com.br/2010/07/ultima-safra-custou-r-956-bilhoes-aos-cofres-publicos/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 19:18:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 6]]></category>

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		<description><![CDATA[O volume de recursos públicos aplicados em crédito rural para a última safra &#8211; de julho de 2009 a junho de 2010 &#8211; chegou a R$ 95,6 bilhões. Somente para a agricultura empresarial, o valor, consolidado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), foi de R$ 84,4 bilhões, um aumento de 28,7% em relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O volume de recursos públicos aplicados em crédito rural para a última safra &#8211; de julho de 2009 a junho de 2010 &#8211; chegou a R$ 95,6 bilhões. Somente para a agricultura empresarial, o valor, consolidado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), foi de R$ 84,4 bilhões, um aumento de 28,7% em relação ao ciclo 2008/2009.</p>
<p>Para a agricultura familiar foram liberados R$ 11,2 bilhões. No plano safra 2009/2010 estavam previstos R$ 93 bilhões para a agricultura empresarial e R$ 15 bilhões para a familiar.</p>
<p>Apesar de nem todos os recursos terem sido contratados pelos produtores rurais e cooperativas agropecuárias, o diretor de Economia Agrícola do MAPA, Wilson Araújo, disse que o resultado é bom. “É bastante positivo, ainda mais se considerarmos que, no ano passado, houve uma retração dos financiamentos privados por causa da crise financeira internacional”, afirmou.</p>
<p>De acordo com o MAPA, um dos destaques foram os desembolsos para a classe média rural, de R$ 3,16 bilhões, pelo Programa de Geração de Emprego e Renda Rural (Proger Rural). O valor é 390% maior do que o da safra 2008/2009. </p>
<p>A safra 2010/2011, que teve início no dia 1° de julho, disponibilizou ao setor R$ 100 bilhões para a agricultura empresarial e R$ 16 bilhões para a familiar. Para os médios agricultores, há R$ 5,65 bilhões disponíveis pelo Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor (Pronamp), que substitui o Proger Rural.</p>
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		<title>Quem explica: álcool em Maringá, R$ 1,53, Curitiba, R$ 1,26?</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 19:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>

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		<description><![CDATA[O litro do álcool combustível (etanol) é vendido em Maringá, em média, a R$ 1,53. Nos postos de revenda de Curitiba, o mesmo litro custa R$ 1,26, uma diferença de 15 centavos. Até aqui, nenhuma novidade, se não fosse por um detalhe. A região de Maringá é produtora de etanol. O combustível produzido nas usinas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17984" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.hnews.com.br/wp-content/uploads/2010/07/GRAFICO-GASOLINA.jpg"><img class="size-medium wp-image-17984 colorbox-17983" title="Quem explica: álcool em Maringá, R$ 1,53, Curitiba, R$ 1,26?" src="http://www.hnews.com.br/wp-content/uploads/2010/07/GRAFICO-GASOLINA-300x208.jpg" alt="" width="300" height="208" /></a><p class="wp-caption-text">Infográfico / Álcool Maringá - Curitiba</p></div>
<p>O litro do álcool combustível (etanol) é vendido em Maringá, em média, a R$ 1,53. Nos postos de revenda de Curitiba, o mesmo litro custa R$ 1,26, uma diferença de 15 centavos. Até aqui, nenhuma novidade, se não fosse por um detalhe. A região de Maringá é produtora de etanol. O combustível produzido nas usinas da região Norte do estado abastecem os grandes centros, como a capital.</p>
<p>Para tentar entender esta “lógica” do complicado mercado dos combustíveis no estado, a reportagem do Hoje Notícias, em viagem à capital, acompanhou, nos mais diversos postos de revenda, na Rodovia BR 376, as variações de preços, daqui a Curitiba.</p>
<p>“Olha, eu viajo toda semana para Curitiba. Já tentei entender isso, mas acho que cada um [posto] vende pelo preço que quer”, comenta o vendedor Marcos Araújo dos Santos, abordado pela reportagem em um posto de Sarandi, antes de seguir viagem. Aliás, na cidade vizinha já se nota uma pequena diferença nos valores: R$ 1,49 o litro.</p>
<p>Os motoristas mais experientes, acostumados com as oscilações de preços, param para abastecer em Mandaguari ou Jandaia do Sul, onde encontram o combustível a R$ 1,39.</p>
<p>“Não é muito, mas já sobra o dinheiro do almoço quando encho o tanque”, comenta o comerciante Jorge de Araújo.</p>
<p>Seguindo viagem, a reportagem constata que os preços, a partir de Jandaia do Sul, se mantêm próximos a R$ 1,50. Em Apucarana, há uma variação, para cima, chegando a R$1,55.</p>
<p>Em Ortigueira, as placas indicam pequena queda nos preços: R$ 1,49. A partir daí, as oscilações são praticamente imperceptíveis. Chegando a Ponta Grossa, o álcool é encontrado a R$ 1,47, o que não dá muita diferença do preço praticado em Maringá.</p>
<p>O susto realmente ocorre em Curitiba. Logo na entrada da cidade já se verifica o que é difícil se explicar. O álcool produzido na região é distribuído na capital a R$ 1,26. São cerca de 15 centavos de diferença para o restante do estado. Pelo menos no roteiro feito pela reportagem do Hoje Notícias.</p>
<p>Com os preços em mãos, no retorno a Maringá, a reportagem foi atrás de quem conhece do assunto para buscar uma explicação.</p>
<p><strong>Alcopar</strong><br />
O superintendente da Associação de Produtores de Bioenergia do Estado do Paraná (Alcopar), José Adriano Dias, diz que todas as indústrias produtoras do álcool estão sob o paralelo 24, ou seja, no norte do estado do Paraná. Sendo assim, na região produtora, o preço do produto deveria ser mais em conta.<br />
Dias ainda afirmou que quem dita os preços nas bombas de combustíveis do estado, não são as usinas produtoras, e também não são os donos dos postos, mas sim as companhias de distribuição de álcool.</p>
<p>Roberto Fregonese, presidente do Sindicato do comércio varejista de derivados de petróleo do estado do Paraná (Sindcombustíveis), diz que o problema da variação de preços de uma região a outra está nas distribuidoras.</p>
<p>O menor preço é uma estratégia das companhias de combustíveis para lucrar sobre uma fatia do mercado, no caso Maringá, pagando por Curitiba e região metropolitana. “O preço baixo é interessante à sociedade, e uma região acaba pagando por outra”, aponta Fregonese. Vale lembrar que a Grande Curitiba concentra quase 40% dos consumidores do estado.</p>
<p><strong>Procon</strong><br />
O diretor do Procon Maringá, Dorival Dias, afirma que os postos são os que encaminham o produto para os compradores, sendo isentos na culpa na diferenças dos preços.<br />
Devido à concorrência ser mais acirrada na capital entre uma distribuidora e outra, uma região acaba suprindo outra no valor do produto nos postos de combustíveis. Por isso, os maringaenses pagam em média 30 centavos a mais, por litro, do que os curitibanos ao abastecer o carro com álcool, relata Dias. Para encher um tanque, a diferença chega a R$ 15.</p>
<p>“Nós temos usinas dentro de casa, e pagamos o álcool mais caro do Paraná”, reclama o representante comercial Adilson Massacato sobre a diferença de preço.<br />
“Na maioria das vezes eu abasteço fora de Maringá, o preço aqui é um absurdo”, lamenta o representante comercial Diego Santos.<br />
Os donos dos postos de combustíveis e as distribuidoras com sede em Maringá, procurados pelo Jornal Hoje Notícias, não quiseram comentar sobre o assunto.</p>
<p><strong>Existem cartel em Maringá?</strong><br />
Mas porque os preços são praticamente os mesmos nos diversos postos de Maringá, como também se verifica em outras praças? De acordo com a cartilha do Sindcombustíveis contra o cartel nas distribuidoras, no ano passado havia mais de 150 investigações na Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça (SDE), além de receber em torno de quatro denúncias por semana quanto o cartel na revenda de combustíveis pelo Paraná.</p>
<p>O cartel é caracterizado quando os preços de determinado produto é praticamente o mesmo nos vários revendedores de uma determinada localidade, não havendo variação, portanto, sem concorrência aparente.</p>
<p>O diretor do Procon apontou que o órgão está fazendo uma pesquisa sobre a diferença dos preços do álcool nas bombas dos postos de combustíveis, e se ficar caracterizado um suposto cartel entre as distribuidoras, será encaminhado uma denúncia ao Ministério Público do estado.</p>
<p><strong>Valor do Álcool das seguintes cidades: Julho &#8211; 2010</strong></p>
<p>Maringá	        1,53<br />
Curitiba	        1,26<br />
Marialva	        1,53<br />
Apucarana	        1,55<br />
Ortigueira	        1,49<br />
Sarandi	        1,49<br />
Ponta Grossa	1,47<br />
Mandaguari	        1,39<br />
Jandaia do Sul	1,39</p>
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		<item>
		<title>Bolsa tem melhor semana do ano e sobe 6,39%</title>
		<link>http://www.hnews.com.br/2010/07/bolsa-tem-melhor-semana-do-ano-e-sobe-639/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 21:16:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 4]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta sexta-feira, a Bovespa, fechou com alta de 0,87%, aos 66.322,99 pontos, tendo a melhor semana do ano com acumulado de 6,39% em cinco dias. No acumulado do ano, a Bolsa ainda perde 3,3%. A cotação do dólar comercial fechou quase estável, com leve baixa de 0,06%, a R$ 1,76 na venda. No acumulado da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17908" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.hnews.com.br/wp-content/uploads/2010/07/1260574467graficocrescimento.jpg"><img class="size-full wp-image-17908 colorbox-17906" title="Bolsa tem melhor semana do ano e sobe 6,39%" src="http://www.hnews.com.br/wp-content/uploads/2010/07/1260574467graficocrescimento.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Arquivo</p></div>
<p>Nesta sexta-feira, a Bovespa, fechou com alta de 0,87%, aos 66.322,99 pontos, tendo a melhor semana do ano com acumulado de 6,39% em cinco dias.</p>
<p>No acumulado do ano, a Bolsa ainda perde 3,3%.</p>
<p>A cotação do dólar comercial fechou quase estável, com leve baixa de 0,06%, a R$ 1,76 na venda. No acumulado da semana, a moeda americana terminou com perda de 1,12%. No mês, o dólar tem queda de 2,44%. No ano, porém, ainda sustenta ganho de 0,98%.</p>
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		<item>
		<title>Lojistas esperam o melhor Dia dos Pais dos últimos cinco anos</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 21:03:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 6]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria dos lojistas do varejo no país acredita que as vendas do Dia dos Pais serão as melhores dos últimos cinco anos. Os mais otimistas são os empresários de grandes redes, de acordo com pesquisa feita pela consultoria Serasa Experian com l.010 executivos do setor. Para 80% deles a projeção é de um faturamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos lojistas do varejo no país acredita que as vendas do Dia dos Pais serão as melhores dos últimos cinco anos. Os mais otimistas são os empresários de grandes redes, de acordo com pesquisa feita  pela consultoria Serasa Experian com l.010 executivos do setor. Para 80% deles a projeção é de um faturamento maior. Já entre as pequenas empresas, esse percentual é de 54%.</p>
<p>Mais da metade de todo o universo consultado (55%) prevêem que neste ano, a demanda de consumidores será a maior desde 2005. Do total, 39% apostam em faturamento igual ao de 2009 e apenas 6% acenam com a possibilidade de queda.</p>
<p>“Mesmo com os juros em alta e a inadimplência subindo, os lojistas acreditam em elevação do faturamento, porque apostam nas vendas a credito e em promoções”, justifica o assessor econômico da Serasa Experian, Carlos Henrique de Almeida.</p>
<p>O assessor informou que, no ano passado, 53% das compras eram pagas à vista e 47% a prazo. Agora, em 2010, essa situação deve-se inverter, com 51% das vendas feitas com pagamento parcelado e 49% quitadas no ato da compra. </p>
<p>Na avaliação do economista, além das facilidades oferecidas no uso do cartão de crédito, que permite a rolagem da dívida com o pagamento de um valor mínimo, as promoções da época devem impulsionar os negócios. Almeida observou que esse período é o quinto no calendário anual em volume de vendas. </p>
<p>Outra mudança de comportamento identificada é a de expectativa sobre os itens mais procurados. Em 2009, os aparelhos celulares foram os destaques na hora da escolha. “A cada quatro presentes, um era o celular “. Já neste ano, a previsão dos lojistas é de que as roupas, calçados e acessórios liderem em preferência. </p>
<p>No segmento dos shopping centers, a previsão é de um aumento de 10% nos negócios sobre 2009. Esse setor ganhou 14 novos empreendimentos, no primeiro semestre e gerou 18,1 mil novos empregos, ampliando para 961 mil o quadro de funcionários, uma alta de 1,92% em relação a dezembro do ano passado.</p>
<p>Para o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun, o aquecimento esperado para esse período inclui também o interesse por outros produtos, como peças de vestuário feminino. </p>
<p>“As mulheres têm um temperamento mais compulsivo na hora de comprar e ao escolher o presente para o marido ou para o pai, não resistem às ofertas e acabam comprando uma peça para elas mesmas”. Sahyoun lembrou que, nesse período, ocorrem liquidações de inverno.</p>
<p>Uma pesquisa divulgada, na semana passada, pelo Programa de Administração do Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (Fia) constatou que a intenção de compra dos consumidores paulistanos subiu no terceiro trimestre deste ano para 75,6%, um ponto percentual acima do registrado no segundo trimestre.</p>
<p>No entanto, o levantamento sinalizou para um grande interesse por compras de equipamentos eletroportáteis. Os consultados relataram a intenção de gastar em média R$ 240 reais, valor 115% acima do verificado em igual período do ano passado. Foi apurou ainda que os produtos na área de cinema e fotografia lideram na intenção de compra. Comparado a igual trimestre de 2009, esse interesse cresceu em 8,6%.</p>
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		<title>Dívida do governo recua para R$ 1,612 tri</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 19:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>

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		<description><![CDATA[Sem as emissões para ajudar o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Dívida Pública Federal (DPF) ficou praticamente estável em junho. Segundo números divulgados hoje (22) pelo Tesouro Nacional, o estoque da DPF encerrou o mês passado em R$ 1,612 trilhão, 0,12% a menos que o montante de R$ 1,614 trilhão registrado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17845" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.hnews.com.br/wp-content/uploads/2010/07/endividamento.jpg"><img class="size-medium wp-image-17845 colorbox-17844" title="Dívida do governo recua para R$ 1,612 tri" src="http://www.hnews.com.br/wp-content/uploads/2010/07/endividamento-300x178.jpg" alt="" width="300" height="178" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</p></div>
<p>Sem as emissões para ajudar o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Dívida Pública Federal (DPF) ficou praticamente estável em junho. Segundo números divulgados hoje (22) pelo Tesouro Nacional, o estoque da DPF encerrou o mês passado em R$ 1,612 trilhão, 0,12% a menos que o montante de R$ 1,614 trilhão registrado em maio.</p>
<p>A queda poderia ser maior se não fosse a dívida pública externa, que subiu 1,11% em junho, passando para R$ 95,9 bilhões. A alta foi provocada pela redução da queda do dólar, que caiu 0,84% no mês passado contra 1,08% em junho de 2009. Por causa do resgate de títulos corrigidos pela Selic, a dívida pública mobiliária (em títulos) interna caiu 0,20%, somando R$ 1,516 trilhão em junho.</p>
<p>Com o resultado de junho, a DPF encerrou o primeiro semestre com alta de R$ 115 bilhões, aumento de 7,6%. O principal fator para esse aumento foi a emissão de R$ 80 bilhões para o BNDES, em abril e maio. Os recursos fazem parte do empréstimo do Tesouro para reforçar o capital da instituição financeira.</p>
<p>O resgate dos papéis corrigidos pela Selic – que mede os juros básicos da economia – fez a parcela desses títulos na dívida mobiliária interna cair de 35,70% em maio para 33,57% em junho. A participação dos títulos prefixados, que têm os juros definidos no momento da emissão, aumentou de 33,65% para 35,27%. A maior presença de papéis prefixados é desejável para o Tesouro porque facilita a administração da dívida pública ao estabelecer com antecedência os juros que o governo pagará.</p>
<p>A participação dos títulos corrigidos por índices de preços subiu de 28,93% em maio para 29,46% em junho. A parcela da dívida interna vinculada ao câmbio não mudou, ficando em 0,66% da dívida mobiliária interna.</p>
<p>O prazo médio da DPF subiu de 3,51 anos em maio para 3,55 anos em junho. Prazos mais longos são desejáveis porque esse é o tempo que o governo leva para renovar completamente a dívida pública. Desde o ano passado, o Tesouro divulga o prazo apenas em anos, não em meses. A parcela dos títulos que vencem em 12 meses caiu de 27,43% em maio para 25,86% em junho.</p>
<p>Por meio da dívida pública, o governo pega empréstimos dos investidores para honrar os compromissos. Em troca, o Tesouro compromete-se a devolver o dinheiro com correção, que pode ser prefixada, ou seja, definida com antecedência, ou seguir a Selic, índices de preços ou o câmbio.</p>
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		<title>FMI perdoa dívida total do Haiti</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 19:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 6]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conselho Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou ontem (21) a anulação total de US$ 178 milhões das dívidas pendentes do Haiti com o órgão. O fundo aprovou ainda uma autorização de crédito facilitado para país, no período de três anos. O diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, apelou para que os doadores internacionais colaborem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou ontem (21) a anulação total de US$ 178 milhões das dívidas pendentes do Haiti com o órgão. O fundo aprovou ainda uma autorização de crédito facilitado para país, no período de três anos. O diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, apelou para que os doadores internacionais colaborem para a reconstrução do Haiti, devastado pelo terremoto de 12 de janeiro.</p>
<p>O FMI atendeu aos pedidos das autoridades haitianas. A decisão ocorre seis meses depois do pior terremoto registrado no país, que provocou pelo menos 222 mil mortes. As informações são do FMI.</p>
<p>De acordo com o órgão, as decisões integram a estratégia internacional de apoio à reconstrução do Haiti. O diretor do fundo defendeu o perdão da dívida global e sugeriu a implantação de um programa sustentado em uma estrutura econômica baseada na estabilidade e na reconstrução do país.</p>
<p>“Os doadores devem começar a cumprir rapidamente suas promessas ao Haiti&#8221;, disse Strauss-Kahn. “Assim que a reconstrução for acelerada, os padrões de vida no país melhorarão rapidamente e a tensões sociais se acalmarão.”</p>
<p>Os recursos doados ao país serão aplicados em vários programas. Na relação apresentada pelo FMI estão planos para aumentar as reservas internacionais do Haiti e a ajuda ao Banco Central para administrar as potenciais oscilações no valor da moeda local – medida considerada importante para evitar aumentos nos preços dos produtos básicos consumidos pela população.</p>
<p>De acordo com o FMI, há ainda um programa de assistência técnica em médio prazo destinado ao reforço das instituições do Estado com concentração nas áreas de política e administração fiscais, preparação e execução do orçamento. Também há projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do Haiti de 9% no ano fiscal 2011-2012, chegando a 6% em 2015.</p>
<p>Outra projeção do programa do FMI para o Haiti é que a inflação atinja 8,5% até dezembro deste ano, mas seja reduzida para 7% até 2013. A política monetária está baseada na construção de uma posição externa sustentável.</p>
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