Pupin destaca projetos de acessibilidade
O prefeito Roberto Pupin participou da abertura da VI Conferência Municipal
O prefeito Roberto Pupin participou da abertura da VI Conferência Municipal
Data: 28/01/2011
O tradicional desfile cívico-militar deste ano contará a história da maior escritora de teatro infantil do Brasil, Maria Clara Machado, vencedora de prêmios importantes do teatro e da literatura nacional e internacional
07/05/2010 | 17:03 | PMM
A Prefeitura de Maringá vai comemorar o aniversário de 63 anos da cidade com um desfile temático preparado especialmente para a comunidade. O tradicional desfile cívico-militar deste ano contará a história da maior escritora de teatro infantil do Brasil, Maria Clara Machado, vencedora de prêmios importantes do teatro e da literatura nacional e internacional. O evento será nesta segunda-feira (10), a partir das 9 horas, na avenida XV de Novembro, em frente à Prefeitura.
A programação terá início com o hasteamento da bandeira e a execução dos hinos Nacional e à Maringá interpretados pela Orquestra do Cesumar. O desfile prossegue com a apresentação da ala temática, composta por 12 carros alegóricos, além da ala militar e de convidados. Autoridades municipais, pioneiros e a comunidade em geral devem participar das comemorações, que todos os anos reúne milhares de pessoas.
O desfile será organizado em duas partes: ala militar e ala temática. A primeira vai contar com a participação de entidades convidadas e a segunda vai mostrar personagens de cinco peças de Maria Clara Machado: “O Rapto das Cebolinhas”, “A Bruxinha Que Era Boa”, “O Cavalinho Azul”, “Pluft, o Fantasminha” e “Tribobó City”.
A coordenação geral do desfile fica por conta da secretária de Cultura, Flor Duarte, e da coordenadora de eventos, Elisandra Belinelli. Flor explica que o grande diferencial deste ano será a interpretação dos artistas. “As cinco alas da parte temática do desfile congregam artistas de várias companhias de teatro e dança de Maringá, além da Escola Municipal Ayrton Playsant e da Trupe Sou Arte, de Campo Mourão. Certamente crianças e adultos ficarão encantados com os carros alegóricos e a interpretação das pessoas que irão desfilar na avenida”, destaca.
A secretária de Cultura aproveita para convidar a comunidade a participar, pois considera que o sucesso do desfile cívico-militar deve ser atribuído aos participantes, e também ao público. “Todos que participam do desfile, desde dos preparativos até o público que assiste, querem homenagear Maringá pelo aniversário. Estamos preparando essas comemorações com muito carinho e contamos com a participação da comunidade, que é essencial para tornar o dia do aniversário de Maringá mais uma vez inesquecível”, ressalta.
Interdições
Durante o desfile cívico-militar desta segunda-feira, feriado de 10 de maio, várias ruas e avenidas da cidade serão interditadas pela Secretaria Municipal de Transportes (Setran). A avenida XV de novembro, onde será realizado o desfile, será interditada na extensão compreendida entre a avenida Paraná e a rua Piratininga, no período das 7 horas até o término do desfile, previsto para as 12 horas. As ruas e avenidas transversais serão interrompidas nos cruzamentos com a avenida XV de Novembro.
História
Desde 1948, os aniversários da cidade de Maringá são comemorados com um desfile cívico que, até 1952, foram organizados pela companhia colonizadora. Após a emancipação política, o desfile foi assumido pela Prefeitura Municipal de Maringá. Em 2010, na comemoração dos 63 anos da cidade de Maringá, a Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura, faz uma homenagem a uma das maiores artistas brasileiras: a escritora, atriz e diretora de teatro Maria Clara Machado.
Maria Clara Machado
Assim como não se pode falar em história da literatura infantil brasileira sem ressaltar o papel de Monteiro Lobato, é fundamental que se reconheça, em Maria Clara Machado (1921-2001), a principal responsável pelo desenvolvimento do teatro brasileiro para crianças. Além de autora, ela foi também a responsável pela criação de “O Tablado”, uma escola de atores e núcleo produtor de espetáculos infantis.
A estréia de Maria Clara Machado foi em 1953, com o texto “O boi e o burro a caminho de Belém”. Em 1954, foi a vez de “O rapto das cebolinhas” (hoje um clássico) e, em 1955, com “Pluft, o Fantasminha”, a autora alcançou o grande público e conquistou, definitivamente, a crítica. Muitos foram os sucessos de Maria Clara Machado e do “Tablado”. A autora levou o teatro infantil a um nível de excelência, privilegiou personagens infantis, o humor, a trama, e as soluções surgem sempre a partir de iniciativas das personagens.
FICHA TÉCNICA
Coordenação geral: Flor Duarte e Elisandra Belinelli
Direção e produção musical da ala temática : Ronaldo Gravino
Músicos: José Roberto Martins (Beto Batera), Tauan Gonzallez Spozito, Ronaldo Gravino e Sérgio Aparecido Cintra;
Equipe de criação: Rô Fagundes e Sandro Maranho
Equipe de execução de adereços, carros alegóricos e figurinos:
Sandro Maranho, Danilo Furlan e Rô Fagundes
Equipe de apoio:
José Paulo de Almeida, Fernado Perez Maranho, Cairan Fagundes Maranho, Luara Fagundes Maranho, Tauan Maranho, Letícia Fagundes, Geni Fagundes, Iraquitan Fagundes Maranho, Paulo Henrique Correia, Flávio Amado, Rosineide Fagundes, Mariana Perez Maranho, Fernando do Monte e Fernanda Franzola
Execução de figurinos:
Ana Braz Furlan, Geni Margarida Fagundes, Márcio Maranho, Guilhermina Trindade, Maria Ap. da Silva e Juliana Moreira
Equipe de maquiagem:
Marcos de Oliveira e Bruno Godoy
ALAS
Comissão de frente: O Rapto das Cebolinhas
O tema principal da trama é o desaparecimento das cebolinhas do Coronel Felício, planta a partir da qual era possível fazer um chá que garantia vida longa e muita alegria para quem o consumisse.
Para desvendar o intrigante mistério entram em cena os personagens Maneco e Lúcia (netos do coronel), Florípedes (a gata), Gaspar (o cachorro), Simeão (o burro) e Camaleão Alface (suposto detetive). Camaleão oferece sua ajuda ao coronel e, após muita confusão, incrimina o inocente cachorro Gaspar.
Maneco e Lúcia, muito desconfiados do Sr. Camaleão, resolvem investigar o caso. Maneco, disfarçado de espantalho, acaba por desmascarar o grande vilão da história, o próprio Camaleão Alface, o ladrão das cebolinhas. Descoberto o ladrão, a paz volta a reinar na vida dos valentes heróis. Por sorte, um pé de cebolinha resistiu aos muitos lances divertidos dessa história de detetives, o que permitiu ao coronel seguir com o cultivo de suas “mágicas” cebolinhas da Índia.
Direção: Márcio Alex Pereira
Atores: Malu Farinazzo, Gleidson Soares dos Santos, Daniela Belmonte Squizato, Roberto Felipe Pereira Fonseca, Agatha Marine Pontes Marega, Daiane da Luz Rezende, Márcio Aparecido Peixoto, Roberth Marcel Fabris, Jaqueline Cristina Lira, Renata Lira, Natália Cristina Faian, Bruna Lenzi Veiga, Márcia Brum Pereira Monteiro, Felipe de Oliveira (Leandro), Maikon Pecovis, Marcelo Pereira, Bárbara Pozza, Tayene Elize Mação, Thiago Henrique de Oliveira, Daniel Milani, Ana Carolina Farinazzo e Arthuro Giacopini.
Manipuladores das cebolinhas : Marino de Oliveira Suarez, Gustavo José Paiano, Eduardo Issao, Júlio Cezar Pinto, José Luiz Pinto, Marcelo Chrisóstomo Capinan, José do Carmo Paiano e Diones Camargo Lopes
Alunos do Colégio Objetivo e Pastoral da Criança com coreografia de Cláudia Fernanda Corso Balen Nani
Ala: A Bruxinha que Era Boa
Ângela era uma das bruxinhas que freqüentavam a Escola de Maldades da Floresta e que estavam sendo preparadas para serem grandes bruxas e, assim, ganhar a tão sonhada vassoura a jacto.
Porém, a Bruxinha Ângela não conseguia fazer os feitiços e era um verdadeiro fracasso na escola. Após reprovar no exame final, ela recebeu o castigo de ficar presa na Torre de Piche, o que a impedia de fazer o único exercício que a agradava como bruxa: cavalgar na vassoura.
Então ela conhece Pedrinho, um jovem lenhador que não se assusta com a aparência dela e a ajuda a fugir do castigo e ganhar a vassoura à jacto. Percebendo que Ângela era diferente das outras bruxas, ele a nomeia de “A bruxinha que era boa”.
Direção: Flávio Amado
Atores: Leila Cláudia Domenici, Majô Batistoni, Rosária, Andrea Pires, Luara Fagundes Maranho, Fernando Perez Maranho, Iraquitan Fagundes Maranho, Letícia Fagundes
Academia Márcia Angeli – coreografia de Márcia Angeli
Ator: Iraquitan Fagundes Maranho
Ala: O cavalinho azul
A peça conta a história de Vicente, um menino pobre que vive com sua família em um sítio e adora um cavalinho que ele acredita ser mágico. Aos olhos dos adultos, este é apenas um pangaré marrom, mas o menino sabe que, na verdade, ele é um Cavalinho Azul.
A família do menino, por ser muito pobre, precisa vender o cavalo. Preocupado com os perigos que seu amigo devia estar enfrentando, Vicente parte em busca do seu cavalo azul. Na viagem, o menino passa por inúmeras aventuras e encontra personagens de circo.
Escola Municipal Ayrton Plaizant – Coreografia de Nara Dutra
Palhaços: Escola Municipal Ayrton Plaizant
Bailarinas, trapezistas e personagens: Ballet Nara Dutra e Academia AMCS: professoras: Marceli Bressan, Evelin Coelho, Janaina Barbosa, Natália Batista e Fernanda Nakaschima – coreografia Nara Dutra
Trupe Sou Arte, de Campo Mourão, direção de Edilaine de Castro
Ala: Pluft, o fantasminha
Nesta peça temos a história do rapto de Maribel pelo malvado pirata Perna-de-Pau, tudo por causa do tesouro do avô da menina, o capitão Bonança, que faleceu no mar deixando lá no fundo a sua herança.
O sequestrador esconde Maribel no sótão de uma velha casa à beira mar. Nesse local, ela conhece uma família de fantasmas e faz amizade com Pluft, um fantasminha que tem medo de gente.
No meio da confusão, quem jamais perde a calma é a Mamãe fantasma, antiga fantasma de ópera, que tem como especialidade fazer pastéis de vento. Tio Gerúndio, outro membro da fantasmagórica família, ao saber dos perigos que corre Maribel, chama os velhos fantasmas de navio para ajudá-la.
Ao final, tudo se resolve com a ajuda de três bons marujos, o trio atrapalhado João-Julião-Sebastião, que saem a procura de Maribel para resgatá-la.
Marujos: Grupo Almas de Rua e cia. Coreografia Marcelo Pedro da Silva
Maribel: Ballet Regina Mundi. Coregrafia de Roseli El Ghezz
Pluft: alunos da Escola Municipal Ayrton Plaizant. Coreografia de Maria Cecília Gama Paz
A família do Pluft: direção Marcos Trindade
Ala: Tribobó City
Esta peça apresenta uma incrível aventura liderada por Mocinho de Souza contra a turma do vilão Al Gazarra. Tribobó, pacata cidade do Rio de Janeiro, está prestes a ganhar uma estação de trem e uma estrada de ferro. Para isso, a fazenda Tribobó Farm precisa ser desapropriada.
Os bandidos da cidade tramam um plano e sequestram Marly Marlene, única herdeira da fazenda, colocando uma impostora em seu lugar.
No entanto, outros bandidos descobrem e também se metem na trama. Tudo isso acaba gerando situações repletas de humor, numa brincadeira entre mocinhos e bandidos.
Esta história nos remete ao famoso clima country dos filmes de faroeste.
Can can: Escola Municipal de Dança. Coreografia de Elisangela Donadeli
Cowboys: Cia Country. Coreografia de Luciano Tetsuo Guimarães Ito
Garotas country; Sociedade Rural de Maringá
Tribobó: Fabrício Pires Machado Filho, Murilo de Oliveira Lazzarin, Leandro da Costa Foz, Gustavo Ruiz, Giuseppe Portolese, Lia Veissid, Imi Podanoski, Vitória Cruz, Lenita Delgado e Bruna Menchon. Direção de Márcio Alex Pereira
Equipe de apoio estrutural:
Secretaria Municipal de Cultura, Secretaria Municipal de Serviços Públicos, Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Transportes, Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Municipal de Administração, Guarda Municipal, Polícia Militar, Transporte Coletivo Cidade Canção.
13:36 em segunda-feira, 10 de maio de 2010
ola estou realizando uma pesquisa sobre a colonização de Maringá, sobre os pioneiros. gostaria de receber se possivel saits (endereços eletronicos) onde poderia obter estes materiais (imigrantes, produção do café em maringa durante a colonização e materiais que sejam afins ao assunto colonização de Maringá.,
se for possivel fico no aguardo deste email que mandei esterecado..obrigado Mario Bogoni.