Professores realizam protesto já no segundo dia de aula
Professores querem 1/3 de sua carga horária destinada à preparação de aulas
Professores querem 1/3 de sua carga horária destinada à preparação de aulas
Data: 28/01/2011
08/03/2010 | 17:05
Por que Sarandi não teve no passado de sua juvenil história uma Gestão Pública orientada para resultados e respostas as constantes demandas sociais acumuladas?
A cada dia as novidades em “ingerências públicas” se afloram no seio da sociedade, tanto do passado, quanto do presente sarandiense promovidas pela força democrática do debate público veiculadas nesta atualidade por instrumentos de comunicação social (Rádios, Blogues, Jornais ) mais independentes em Sarandi.
Muitas das novidades vão sendo levantadas pelo próprio “testemunho vivo” de autoridades e lideranças públicas que expressam sua experiência de vida nos dinâmicos canais de divulgação da informação para a analise final perante a opinião pública.
Apesar de hoje haver uma demonstração cabal de que a sociedade sarandiense está passando por uma “transmutação” em sua consciência social em virtude de estar mais próxima da “verdade”, permitiu, assim, se dispor de novos subsídios pedagógicos para repensar a cidade com indicadores mais “acreditáveis” como nunca a população viu em sua curta história.
Isto irá provocar os reajustes necessários da maquina pública, no médio e longo prazo, para potencializar a integração do desenvolvimento econômico (estabilidade e crescimento), com desenvolvimento social (qualidade de vida) e desenvolvimento sustentável visando uma Gestão Pública orientada por Resultados e não por interesses políticos.
Porque ao que sabemos, sem um Planejamento Participativo e Integrado não há governança social e democrática que resista aos atropelos administrativos assistidos e testemunhados pela população diante dos fatos e acontecimentos políticos sarandienses atuais e do passado.
Temos que entender, e rápido, que saímos daquelas condições retrogradas do passado relembrado aqui pelo famigerado “ajuste fiscal” impondo aos municípios “arrojos econômicos” promovida por uma agenda negativa de cortes, restrições, déficit institucional e custos de oportunidade de desenvolvimento social.
Nossa realidade Brasil a fora e aqui próximo a nós, na vizinha Maringá, demonstra o tanto que fomos excluídos do resto do desenvolvimento integrado que está bombando nos quatros cantos do país. Por que será, então, que estamos fadados a viver descasos governamentais e de desenvolvimento integrado em Sarandi?
Por que não implementamos em nossa cidade um ciclo de planejamento estratégico que priorize a gestão criativa mediante ações pontuais através de uma cultura empreendedora pública regida por “descentralização” que se sustenta pela autonomia, proximidade ação-decisão, redes de governança e desconcentração?
Teremos que mexer, sem dúvida, também no padrão de gestão de pessoas/servidores mediante novas competências, liderança e trabalho em equipe, remuneração variável por resultados, novos regimes, horizontalização de carreiras e nova ética pública, sendo gerido por gestores capacitados em praticar atos com responsabilidade técnica e legal.
Portanto, já nos atrasamos muito em fazer as mudanças nas relações governo-sociedade e resgatar os valores da cidadania mediante o uso consciente e democrático do controle social, transparência e participação popular para tenhamos algum “futuro” para Sarandi, antes que seja tarde demais.