Oposição garante espaço em comissões
Vereadores entram em consenso e abrem espaço para oposição integrar as Comissões da casa
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Data: 28/01/2011
10/03/2010 | 16:27
A Região Metropolitana de Maringá (RMM)[1] resulta dos processos de instituição mais recentes, tendo sido criada pela Lei Estadual nº 83/98, compondo-se, primeiramente, por 08 municípios, aos quais foram acrescidos, em 2002, Floresta, pela Lei Complementar no. 13/565-2002, e, em 2005, Doutor Camargo, Ivatuba, Astorga e Itambé, pelo Projeto de Lei Complementar 018/2005 e Presidente Castelo Branco, Lobato e Santa Fé, pelo Projeto de Lei Complementar no. 442/2005.
O total do PIB da RMM, em 2002, alcançou o valor de R$3.742.449.200 a preço de mercado corrente. Maringá concentra R$2.740.167 deste total, sendo R$1.385.793 no setor de serviços e R$1.097.303 na indústria.
A participação da RMM no PIB do Estado do Paraná encontra-se no patamar de 4,6%, sendo que a cidade pólo contribui com 3,4% deste total.
O município de Maringá participa com 73,2% no total da aglomeração, seguido de Sarandi com 6,6% e de Marialva com 5,4%. A média do PIB per capita do total de oito municípios, da RMM é de 3.920 reais.
O total do PIB da RMM, em 2002, alcançou o valor de R$3.742.449.200 a preço de mercado corrente. Maringá concentra R$2.740.167 deste total, sendo R$1.385.793 no setor de serviços e R$1.097.303 na indústria.
Verifica-se que o PIB per capita de Maringá é bastante expressivo, 8.180 reais, bem maior que o PIB per capita das demais cidades da RMM, sendo 40% a 50% superior ao PIB per capita de cinco cidades (Ângulo, Iguaraçu, Mandaguaçu, Mandaguari e Marialva).
Além do mais, temos uma baixa integração na dinâmica da aglomeração, e 80% superior ao de Paiçandu (R$1.630) e Sarandi (R$1.580), cujos limites geográficos, é bom lembrar, se confundem com os da cidade pólo.
Paiçandu e Sarandi apresentaram, também, taxas elevadas de crescimento populacional no período 2000-2004 (3,39% e 3,97%, respectivamente), se comparadas às taxas de crescimento das demais cidades da RMM, entre 1,07% e 2,61%.
Mesmo assim, Maringá, Paiçandu e Sarandi situarem-se entre os de “alto grau de desenvolvimento” que compõe a espacialidade polarizada por Maringá, porém jamais conseguiu organizar qualquer planejamento conjunto, objetivo principal da implantação da região metropolitana.
Portanto, os debates nessa “RMM” ainda é disperso e inativo, bem como o “Conselho Metropolitano” é apenas “letra morta” arquivado em alguma gaveta de um gabinete qualquer de políticos que não acordaram para a importância estratégica e econômica que resguarda o conceito de “Região Metropolitana” determinada pela Constituição Federal de 1988 (Art. 25, § 3º).
Por
Dr Allan Marcio
Cirurgião Dentista
Especelista em Políticas Públicas e Saúde Coletiva
MBA em Gestão Pública e Responsabilidade Fiscal
Blog: Portal do Controle Social