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França endurece política contra criminalidade e imigrantes

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, propôs duras medidas para combater o crime, a delinquência e a imigração ilegal enquanto tenta aumentar sua popularidade em meio dos escândalos que o envolve, Sarkozy culpou em parte a imigração, pela crise social, como os crimes violentos deflagrados pela morte de um homem de origem árabe que fugia da polícia

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Não há negociação, diz ministro do STF sobre prisão de Arruda

Segundo ele, caberá ao STJ decidir se revoga a prisão de Arruda em eventual compromisso de manter-se afastado do governo do DF. Para Marco Aurélio, não há negociação

03/03/2010 | 16:19 | Lísia Gusmão - Repórter da Agência Brasil

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Arruda é acusado de receber propina de empresas que têm contrato com o governo do DF. Foto: Agência Brasil

Relator do pedido de habeas corpus em favor do governador afastado do Distrito Federal (DF), José Roberto Arruda (sem partido), no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Marco Aurélio Mello criticou hoje (3) qualquer negociação que envolva a renúncia de Arruda em troca do relaxamento de sua prisão.

Segundo ele, caberá ao STJ decidir se revoga a prisão de Arruda em eventual compromisso de manter-se afastado do governo do DF. Para Marco Aurélio, não há negociação.

“A questão da volta ou da ausência do retorno à cadeira do governo se resolve no campo político. Não há negociação. O STJ deverá decidir se, com a liberdade dele, terá ou não prejuízo às instruções criminais”, disse.

O ministro sinalizou que levará ao plenário do STF, amanhã (4), para o julgamento em definitivo do pedido de habeas corpus de Arruda, o voto pela manutenção da prisão. O governador está preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, desde 11 de fevereiro por determinação do STJ.

Arruda é acusado de tentar subornar uma testemunha do esquema de corrupção que atinge seu governo, empresários e deputados distritais. O Supremo vai decidir se a decisão do STJ deve ser revogada. Em caráter provisório, Marco Aurélio Mello negou o pedido feito pelos advogados de Arruda.

“Não percebi desacerto a ponto de ensejar o deferimento da liminar”, disse o ministro, sem, contudo, confirmar o voto que será levado amanhã ao plenário da Corte.

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