Policiais civis podem entrar em greve
Além da paralisação, poderá ser feito passeatas e acampamentos, comentou Zorá
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Data: 28/01/2011
30/03/2010 | 15:21
Ontem o Brasil recebeu a notícia que Armando Nogueira havia falecido, vítima de um câncer no cérebro que lutava contra havia dois anos. Ele que foi um dos maiores, senão o maior cronista esportivo que esse país já conheceu. Grande jornalista, Armando foi um dos criadores do Jornal Nacional da Rede Globo, foi o inventor das mesas redondas de discussões futebolísticas, cobriu todas as Copas do Mundo de Futebol desde 1950 e era um poeta da crônica esportiva. Criou diversas frases que ficaram para a história da imprensa. Simples e ao mesmo tempo ricos, seus textos encantaram pela forma em que ele conseguia transformar em palavras toda sua paixão pelos esportes, em especial pelo futebol. Eu sempre fui um grande fã da forma com a qual ele escrevia e também fazia seu comentário em programas de TV. Além de rico em conhecimento, Armando Nogueira era um homem de sabedoria. Tinha, como poucos, o discernimento necessário para a humildade, o conselho, a sobriedade e o respeito ao próximo. Ontem “Seu Armando” se foi, mas seu legado ficará por muitas gerações. E se posso usar uma veia poética do próprio Armando Nogueira, acho que ele diria sobre sua morte a seguinte frase: “Eu não temo a morte, pois sei que ela é a mudança. E vida é mudança e toda mudança é serve para melhorar. Com certeza estou melhor agora do que antes”.