Professores realizam protesto já no segundo dia de aula
Professores querem 1/3 de sua carga horária destinada à preparação de aulas
Professores querem 1/3 de sua carga horária destinada à preparação de aulas
Data: 28/01/2011
11/03/2010 | 0:05
Quantos métodos diferentes se têm a humanidade em querer obter respostas a uma situação problema e não apresentar as forças/caráter suficientes para tal? Por que será que muitas vezes temos vergonha de nós mesmo, por desdenharmos algo e ao mesmo querê-la?
Há um Provérbio Iugoslavo que diz “… Diga a verdade e saia correndo.” Eis temática que insiste em desafiar os valores morais e intelectuais perante as situações do cotidiano quando a “mentira” é utilizada sem qualquer pudor como meio para se atingir um fim.
Quantas opções descartadas pela vida, simplesmente retirada de cena pela não capacidade de ousar um pouco mais em virtude de nossa frágil coragem estar implodida pela ação vil da “mentira”.
Por isso que é difícil acreditar na “sorte”, pois sorte para alguns é quando alguém preparado encontra uma oportunidade. Só que na realidade sarandiense esta sorte recebe outra denominação: “Q.I.”; que se traduz para a realidade no famoso “Quem Indique”.
Dizem que as respostas para o nosso futuro se encontram a meio caminho da reflexão do passado com o presente, só que se esquece de indagar ao pretendente sobre o quanto ele participará para a consumação deste processo.
Nesta modernidade líquida e sob a égide do “individualismo” esquecemos até aqueles famosos manifestos da cordialidade, traduzidos aqui na forma de um “muito obrigado”, “até logo” e “vai com Deus” característicos das convivências provincianas a que fomos acostumados.
Ao contrário, ficamos nos digladiando por um lugar ao sol, que ao mesmo tempo em que queima, nos frustra e nos “frita” psicologicamente pelo remorso de nossas omissões em não ter sido feito como deveria, pois os “conflitos de egos” impediram.
É minha gente, ficamos sempre naquela expectativa de qual será a próxima surpresa ou traição que nos espreita. Qual serão as manobras e armadilhas concatenadas por interesses infernais, onde ninguém ganha nesta estória. Ou seja, “Os sábios não dizem o que sabem, os tolos não sabem o que dizem” (Provérbio oriental)
Portanto, “… sem que o primeiro venha a apostasia, e seja revelado o homem da maldade, o filho da perdição; o qual se opõe e se levante contra tudo que se chama Deus, ou objeto de culto, a ponto de assentar-se como se fosse o próprio Deus…”. II Tessalonicenses 2:3,4 e 7.
Dr. Allan Marcio
Dr. Allan Marcio – Cirurgião-Dentista
Especialista em Políticas Públicas e Saúde Coletiva
MBA em Gestão Pública e Responsabilidade Fiscal