Professores realizam protesto já no segundo dia de aula
Professores querem 1/3 de sua carga horária destinada à preparação de aulas
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Data: 28/01/2011
08/03/2010 | 15:18
As relações humanas e a “dois” são tão complexas que nos incentiva a tomar emprestada aquela famosa frase do pensador grego, Aristóteles, que dizia “… haver mais coisas entre o céu (casamento) e a terra (políticos) do que a vã filosofia (vida cristã) possa explicar…”.
E quando se coloca o componente “políticos” mesclando com o sacramento do “matrimônio”, aí esse complexo se amplifica. Salve os testemunhos daqueles “maridos” ou “esposas” de políticos que o digam frente à tumultuada “agenda política” de seus cônjuges.
Quando em Gn 2:24 diz “… por isso um deixa seu pai e sua mãe, se une à sua mulher, e eles se tornam uma só carne…” a vida conjugal se inicia, porém quando envolve alguém do mundo político, a mesma se torna uma “novela”.
O calor e agito dos “bastidores do poder” põe qualquer relação matrimonial a prova quando se tem um dos parceiros investido em legislaturas ou, em alguns casos, os dois.
Lá em Lucas 16:13 nos ensina que “…nenhum servo pode servir dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar ao outro, o há de odiar a um e amar ao outro, o há de dedicar-se a um e desprezar o outro…”. Eis o conflito político e matrimonial instaurado. Quem vencerá?
Daí, percebe-se a responsabilidade sentimental e política se interagindo sob o “fio da navalha” em relação à gama de atividade parapartidárias que compõe as atividades políticas e o grau de tolerância recíproca que haverá de ser exercida ou “articulada” para a prosperidade matrimonial.
Que o mundo seduz, sabemos que sim. Porém, com “poder político” nas mãos ele se amplifica ainda mais. Mesmo sabendo que “… não há autoridade que não venha de Deus, e as existentes foram instituídas por Ele” (Rm 13:1).
Assim, nas relações intra partidárias ou políticas se desenvolvem em cima de interesses de alguns que objetivam a permanência no poder público, enquanto que as matrimoniais são os sentimentos de dois (casal) que contra equilibram numa luta conjunta contra as seduções do mundo.
Neste sentido, o casamento “político” é como se tivesse sido construído nas areias (Mt 7:26) e no calor dos das relações materiais e carnais que se tornam instáveis como as nuvens.
Já o casamento com “políticos” preconiza que a salvação destes e da sociedade humana está estritamente ligada ao bem-estar da comunidade conjugal e familiar[1] e sua relação equilibrada com o “poder”.
Portanto, não importa se a relação é “matrimonial” ou “política” envolvida, o que merece destaque é haver a prevalência da “transparência recíproca” nessas relações de poder e de coração para que a soberba não destoe o encanto dos sentimentos que uniram extremos em prol da justiça social e familiar.