Policiais civis podem entrar em greve
Além da paralisação, poderá ser feito passeatas e acampamentos, comentou Zorá
Além da paralisação, poderá ser feito passeatas e acampamentos, comentou Zorá
Data: 28/01/2011
O novo diretor de Assuntos Internacionais do BC, Carlos Hamilton, disse hoje, na Comissão de Assuntos Internacionais do Senado, que a tendência é que a taxa de juros continue a baixar e que isso beneficiará as camadas mais pobres da sociedade
23/02/2010 | 16:16 | Mariana Jungmann - Repórter da Agência Brasília
O novo diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, disse hoje (23), na Comissão de Assuntos Internacionais do Senado, que a tendência é que a taxa de juros continue a baixar e que isso beneficiará as camadas mais pobres da sociedade.
“Sobre a taxa de juros, acho que a estabilidade de preços no Brasil beneficia essencialmente as camadas mais pobres da sociedade. Trazendo a inflação para baixo, por si só, a taxa de juros já traz um benefício redistributivo”, afirmou Araújo.
Com a redução da taxa de juros, ocorre a ampliação do consumo e o consequente aumento da produção, o que gera um maior número de empregos, segundo ele. “A taxa de juros criou condições para melhorar principalmente a elevação do emprego. Na medida que a estabilidade econômica persistir, os ganhos redistributivos vão se elevar”, destacou.

Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, indicado para o cargo de diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central, é sabatinado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Foto: Wilson Dias/ABr
Araújo disse ainda que pretende contribuir com o processo de estabilidade macroeconômica e em ações que visem ao aperfeiçoamento do mercado de câmbio.
Ele afirmou ainda que, nos últimos anos, o Brasil adotou medidas como a estabilidade de preços, o regime de metas para a redução da inflação, o regime de câmbio flutuante e uma política fiscal compatível com a sustentabilidade das contas do setor público.
“Essas medidas permitiram que a economia brasileira mostrasse resistência e capacidade de reação na recente crise financeira internacional”, observou.