Professores realizam protesto já no segundo dia de aula
Professores querem 1/3 de sua carga horária destinada à preparação de aulas
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Data: 28/01/2011
A opinião é do prefeito Barbosa Neto que falou hoje (dia 10) sobre os problemas com o HU e questionou a falta de ajuda dos outros municípios, também, atendidos por aquele hospital
12/02/2010 | 15:28 | Ass. Londrina
Abordado pelos repórteres durante a entrevista coletiva semanal, o prefeito de Londrina, Barbosa Neto, falou hoje (dia 11) sobre os problemas que envolvem o município e o Hospital Universitário (HU), cujo diretor anunciou esta semana a intenção de restringir o atendimento no pronto socorro do hospital, a partir do dia 15, caso não seja regularizada a dívida de R$ 17milhões.
Barbosa disse que a prefeitura tem um limite de repasse de verba, e está aguardado a ampliação do teto, definido pelo governo federal, para que possa honrar os compromissos do HU. Porém, o prefeito advertiu que a prefeitura apesar de estar sendo considerada a “caloteira” do sistema, explicou que não é “bem assim”, pois há bastante investimento na saúde.
O prefeito confirmou o déficit, mas atribuiu isso à situação de Londrina, considerada uma cidade polo, e que acaba atendendo 55% da região. Disse ainda que o hospital sempre se orgulhou em atender pacientes de outras cidades e até países, mas que a prefeitura não pode arcar com essas despesas sozinha. Segundo Barbosa Neto, o Ministério da Saúde está consciente dos problemas enfrentados pelo município. Recentemente, ele e o secretário Agajan Der Bedrossian estiveram reunidos com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão reivindicando o aumento do teto no repasse do SUS para Londrina.
Na atual gestão, o HU está recebendo mais verbas do que nas administrações anteriores, totalizando 30 milhões. O prefeito diz lamentar que o hospital público, que, segundo informações, tem dinheiro em uma conta poupança e que poderia também ser investido lá. O prefeito questionou as razões por que as outras prefeituras, igualmente, beneficiadas pelos serviços do HU, não ajudam na solução das dificuldades financeiras do hospital.