Hnews Domingo, 1 de Agosto de 2010
  • Página Inicial
  • Carros
  • Cidades
  • Economia
  • Esportes
  • Geral
  • Política
  • Saúde
  • Variedades
  • Colunistas
  • Assine nosso RSS RSS

França endurece política contra criminalidade e imigrantes

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, propôs duras medidas para combater o crime, a delinquência e a imigração ilegal enquanto tenta aumentar sua popularidade em meio dos escândalos que o envolve, Sarkozy culpou em parte a imigração, pela crise social, como os crimes violentos deflagrados pela morte de um homem de origem árabe que fugia da polícia

Últimas Notícias

  • 17:38 | Ficha Limpa: 338 candidatos serão atingidos
  • 17:29 | Tablet e celulares são apostas da Microsoft
  • 17:11 | Estúdio Miramax é vendido por US$ 660 milhões
  • 16:55 | França endurece política contra criminalidade e imigrantes
  • 16:39 | Copel vence leilão de novas usinas de energia
  • 15:56 | Capas de Cleo Pires na Playboy são divulgadas

Charge
Maringá 2015


Ver mais Charges

Utilidade Pública
Licitações

Governo do Paraná Data: 30/06/2010
Download do Arquivo em formato PDF Download (PDF)
+ Publicações anteriores

Capa Impressa


Clique para ampliar

  • Geral

Brasil forma muitos engenheiros nas faculdades, mas poucos trabalham na profissão

Isso mostra que o país tem um número suficiente de engenheiros para dar conta dos novos postos que devem surgir com o crescimento econômico

24/02/2010 | 17:00 | Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil

  • Twitte isso!
  • Assine nosso RSS RSS
  • Imprimir Imprimir

Foto: Arquivo

De cada 3,5 engenheiros formados no Brasil, apenas um está formalmente empregado em ocupações típicas da profissão. Isso mostra que o país tem um número suficiente de engenheiros para dar conta dos novos postos que devem surgir com o crescimento econômico. No entanto, é necessário que aumente a proporção de profissionais dedicados às áreas específicas da engenharia que o país dê conta de acompanhar os cenários mais otimistas.

A avaliação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e consta da sexta edição do boletim Radar: Tecnologia, Produção e Comércio Exterior. Segundo o Ipea, o estudo foi motivado pela possibilidade de não haver número suficiente de engenheiros no país para dar conta da demanda que deverá surgir com o crescimento econômico. Isso, assinala a instituição, poderia resultar em um “apagão de mão de obra qualificada”, caso a economia venha a crescer a taxas mais altas ou por causa de mudanças tecnológicas, principalmente em alguns setores, como o do pré-sal.

De acordo com o Ipea, a demanda tem superado o aumento de oferta de mão de obra no mercado. O ponto que mais preocupa seria a baixa proporção de formados que estão formalmente empregados em ocupações típicas da profissão.

Para realizar o estudo, o Ipea identificou o requerimento técnico por engenheiro – quantidade de profissionais com essa competência requerida tecnicamente para atender a um determinado nível de produção – para formação do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, projetou a quantidade de engenheiros potencialmente necessários a cada ano, entre 2009 e 2022.

Em 2008, o estoque de graduados em engenharia foi de cerca de 750 mil, enquanto o requerimento técnico por esses profissionais foi de 211.713 profissionais. No ano anterior, o total de graduados foi de 188.654 e em 2006, 174.183.

Três cenários distintos, em relação ao crescimento do PIB – 3%, 5% e 7% ao ano – foram analisados. As projeções levaram em conta apenas empregados em ocupações identificadas como próprias de engenheiros, arquitetos e outros profissionais correlatos e pondera que há muitos diplomados em engenharia que exercem outras ocupações e não foram incluídos no estudo.

Baseadas nos números de pessoas que concluíram os cursos de engenharia, na produção e na construção no Brasil, além da projeção dos formandos, o Ipea estima que em 2015 haverá 1,099 milhão de engenheiros disponíveis no mercado.

O estudo constata também que, à primeira vista, a disponibilidade de engenheiros seria suficiente para enfrentar a demanda, desde que o crescimento do PIB se mantenha em 3% ao ano e a proporção entre formados, na comparação com os formalmente empregados, caia para três por um – atualmente, de cada 3,5 engenheiros formados apenas um está empregado formalmente em ocupações típicas.

No patamar três por um, a demanda estaria em 1,001 milhão de profissionais em 2015. Número abaixo dos 1,099 milhão de engenheiros que deverão estar atuando no mercado, segundo o Ipea.

Caso o crescimento do PIB fique a 5% ao ano, serão necessários 1,155 milhões de profissionais – número ligeiramente maior do que o previsto (1,099 milhão). E, com crescimento de 7% ao ano, serão necessários 1,462 milhão de engenheiros.

Já a projeção para 2022 aponta que haverá 1,565 milhões de engenheiros em ocupações típicas – número suficiente para dar conta da demanda caso o PIB cresça 3% ou 5% ao ano. Mas para isso será necessário que se aumente a proporção de profissionais dedicados a atuar nas ocupações típicas de engenharia, e de cada dois formados, um esteja dedicado a elas.

Caso se mantenha o quadro atual – de 3,5 formados, um atua em emprego típico–, a demanda será de 1,861 milhão de engenheiros, para o caso de um PIB com crescimento de 3% ao ano; e de 2,48 milhões de engenheiros para o caso de se registrar crescimento do PIB em 5% ao ano.

Na proporção de 3 para um, ficarão bem próximas a demanda e a oferta de profissionais no ano de 2022, serão necessários 1,595 milhão de engenheiros para um mercado que deverá ser de 1,565 engenheiros, caso de o PIB cresça 3% ao ano. Caso cresça 5% serão necessários 2,125 milhões de engenheiros; e 3,405 milhões, caso o PIB tenha crescimento anual de 7%.

  • Twitte isso!
  • Assine nosso RSS RSS
  • Imprimir Imprimir

Comentários fechados.

  • Página Inicial
  • Carros
  • Cidades
  • Economia
  • Esportes
  • Geral
  • Política
  • Saúde
  • Variedades
  • Colunistas
  • RSS

© 2008 - 2010 - HNews.com.br - Todos os direitos reservados

  • Fale Conosco

Faça o download do   Google Chrome   para aproveitar ao máximo os recursos deste website.

Rede Diários do Paraná

Desenvolvido por Walbatroz
Walbatroz - Desenvolvimento de Software, Webdesign, Hospedagem e Consultoria
Desenvolvido por Walbatroz.com